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Sentimentos sem rumo

por seila, em 19.10.15

 

Foi-se o dia das vaidades, coisas bonitas, que podem ser supérfluas, mas às vezes necessárias para nos emprestarem um pouco de ânimo.

Veio o dia das lembranças que nos trazem coisas boas do passado, viajamos com a saudade, tornamo-nos um pouco nostálgicos e nasce a vontade de por momentos. estarmos sós.

Inesperadamente, ou talvez não, juntamos-lhe umas gramas de ansiedade e o coração dispara com pena das ilusões perdidas.

Surge a vontade de abraçar, de acarinhar mas não sabemos como.

Que vontade de fugir, de caminhar sem destino de apanhar um outro rumo, longe, distante onde more o esquecimento.
Iluminar o túnel, beber a água das fontes, criar raízes nas pontes e um outro mundo nascer dentro do coração.

 

 

Seilá, 3 de Outubro de 2015

 

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publicado às 23:16


1 comentário

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De Kok a 25.10.2015 às 15:28

Leio-te e penso: muitas são as mentes que se identificam com idênticos sentires sem nunca se terem encontrado, sem nunca se terem falado e, no entanto, estão de algum modo ligadas comungando das mesmas emoções e até desejos.
Então surge a vontade de abraçar e de acarinhar sem conhecermos a quem!
É saudoso? Sim, também. Mas é sobretudo sublime este teu texto.
Um beijo com muitos sorrisos

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